quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Voltando para casa

Após quase dois meses, estamos de volta a nossa casa, eu e minha pequena.
E pela primeira vez ela fez uma viagem de carro tão longa – 1.550 km, o seu recorde era de 600 km, quando por duas vezes fomos visitar minha cunhada, na páscoa e posteriormente no revellon de 2009/2010. Ela estava com 7 meses e 1ª e 2 m, respectivamente.

Na segunda viagem foi bem difícil mantê-la na cadeirinha durante o percurso.

Nas viagens aéreas, mesmo sendo complicado, equilibrar criança e sacolas, pois na maioria das vezes fomos sozinhas, tudo acaba mais rápido.

De carro é necessário observar os prováveis lugares de paradas para refeições e para dormir, levar vários lanchinhos além dos brinquedos, indispensáveis a qualquer deslocamento com crianças.

Como tinha levado carrinho e brinquedos, que se multiplicaram, o auto veio absolutamente abarrotado. Mas foi tranqüilo nosso regresso ao lar . Em dois dias de estrada paramos apenas para almoçar e depois para dormir, no primeiro dia, e no seguinte, fizemos uma parada extra no meio da tarde. A pequena deu sinais de cansaço ao entardecer, mas sem maiores contratempos, que se mantiveram na chuva, que retardou um pouco nosso retorno.

Além dos brinquedos, do DVD (Xuxa e Patati Patata foram os mais solicitados), os petiscos ajudaram bastante a passar o tempo. Na hora de um chorinho mais cumprido um chocolate para desanuviar.

De ruim dessa nossa aventura é o peso da saudade que trouxemos na bagagem. Dos vovôs, que cedo pela manhã, já deixavam pronta para beber a água de coco da netinha, que prepararam as comidinhas preferidas da filhota aqui, da gentileza da minha irmã que cedeu seu quarto para que ficássemos melhor acomodadas, dos amiguinhos e priminhos que fizeram muita companhia para Mi, dos papos, do carinho, de todos eles...

Estamos em uma nova dinâmica, estou sem ajudante do lar, e como vocês sabem a Mi ainda não está escola, e se tivesse estaria de férias, portanto vou me desdobrar com os cuidados da casa e da minha pequena, assim o tempo para vir aqui será reduzido.

Gostaria muito de visitar todas as amigas e companheiras “virtuais”, e desejar-lhes em cada cantinho, um ano novo abençoado, mas infelizmente não será possível, em meio a lista de a fazeres que tenho nas mãos.



Não esqueci, apenas estou temporariamente impossibilitada de visitá-las (os).



E de coração

desejo que o ano que se iniciará seja repleto de conquistas,

que a prosperidade nos acompanhe (ou nos visite em vez em quando),

que nossos pequenos cresçam saudáveis (e sem muitas birras),

que tenhamos tempo para nós e para cuidar de nossos amores maiores de idade,

que saibamos aproveitar cada instante desta tarefa benigna que é ser mãe.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Enfeites natalinos de papel

Nesses dias que antecederam o aniversário do Cristo, resolvi inverter a ordem reinante dos enfeites natalinos.
Há vários anos, aqui em casa, guirlanda era sinônimo de doces, confeccionada com balas de morango, bombons e afins.


Neste natal o papel foi eleito como substituto.

Encontrei em sites a idéia e modifiquei trocando a moldura de papelão por isopor, forrei o arco com papel de uma cor, e em seguida troquei o grampeador por cola branca para arrumar os pequenos pedaços de papel de presente, em outra estampa, em formato de folhas.

Dei um charme a mais com laços e fitas.

Acabei preparando uma a mais para minha tia Valda que aprovou a novidade.




E assim as bolas da árvore foram feitas de isopor e também forradas, de formas distintas, com papel de presente. Acrescentei a elas lantejoulas presas com alfinetes para conferir-lhes mais brilho.




Nossa árvore de natal é um pinheiro que com o passar dos anos cresceu e não cabe mais na sala, então, ficou na frente da casa, iluminado.

Mas achei que faltava algo na sala.

Então quebrei uns galhos secos na árvore que fica ao lado da casa, e aproveitei o rolo de papel de presente para forrá-los, cortei em tiras e fui cobrindo-os.

Utilizei um vaso de barro com quilos de alimentos para firmá-los, cobrindo-os com papel de presente com motivos natalinos e preponderantemente verde.

Enfeitei com bolas tradicionais, peguei emprestado o hipopotamo Noel da Mi para vigiá-la, e pronto. Uma árvore fácil de fazer, muito charmosa e hiper barata.


Fiz cupcakes para enfeitar a mesa e tornar nossa ceia mais doce, repetindo o feito do aniversário de minha mãe, e quando a Mi os viu:

- Aniversário. De quem?
- De Jesus Cristo.

Esta semana a rotina aqui no blog mudou bastante, não nos encontramos as segundas e quintas como costumeiramente. Semana tumultuada resultado da combinação de visitas, escolha de presentes, enfeites, cardápio da ceia, sua preparação + cuidados com a pequena, entre outras coisitas.

Consegui fugir um pouco do movimento desta festa familiar para desejar a todos
bênçãos de
            luz,
         ++paz,
      &&&amor,
   @@@@amizade,
 $$$$$$prosperidade,
         !!!!saúde
 e tudo de bom que seus corações desejar e Deus abençoar.



Ficaremos fora do ar por alguns dias, pois estaremos na estrada voltando para casa com a Mi.
O  maridão veio nos buscar.

Assim, até breve.

Estamos nos despedindo da Bahia... snif, snif




terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Por que e para que ter um blog materno?



Para registrar as falas e o comportamento das muitas fases de crescimento do seu filhote.


Para que a família e os amigos, mesmo que a distância, acompanhem e participem do desenvolvimento de nossos pequenos.


Para aprender com as experiências de outras mães.


Para constatar que você é uma mãe normal.


Para desabafar do cargo de alvo de julgamentos, que é ser mãe.


Porque blog não é big-bhother. Você não precisa contar e nem mostrar o que aconteceu no banheiro. Você dosa até que ponto irá compartilhar sua vida.

Para descobrir como lidar com o bichinho da culpa, que é o bichinho de estimação materno oficial.


Para aproveitar as dicas de entretenimento e leitura.


Para ter ajuda na escolha de bons produtos de higiene infantil.


Para usufruir de idéias de viagens.


Para conseguir novidades gastronômicas testadas e aprovadas.


Porque você pode usar marca d’água, bloquear cópias, restringir acessos e reduzir a qualidade das imagens, para diminuir os riscos de alguém usar de forma não autorizada e inadequada seu conteúdo e imagens.

Para diversificar seu arsenal de brincadeiras para entretê-los.


Para você ganhar muitas felicitações, de vários cantos do Brasil, no seu aniversário.


Para obter incentivo e idéias para preparar a festinha de aniversário de seu filho. E decidir repetir no ano seguinte, mesmo depois da trabalheira.

Para ter companhia nos dias que fica complicado sair de casa.


Para trocar informações e soluções práticas nos períodos de enfermidade de seu pequeno.


Para fazer amigos com idênticos interesses e, por conseguinte, afinidades.


Porque nossa única e verdadeira segurança provém de - Deus.








quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Conversa de criança

Vovó resgantando seu tempo de criança


Quando a pequena acorda,  antes de abrir a janela do quarto, pergunto se quer ver o sol . E em um desses dias ela cobrou a demora...

- Mamãe, acende o sol.



Quando vou tomar banho, por vezes, a pequena fica comigo conversando no banheiro. E tentando convencê-la a se ocupar com outra atividade:

- Filha, vou tomar banho.

- Mamãe, vou junto.

- Fica assistindo Patati, o DVD está ligado.

- Eu dou pause.



Não gostava que prendesse seus cabelos, mas com o calor, rendeu-se aos tic-tacs e afins. Para incentivá-la a usá-los, digo como fica bonita e ela já está dispensando elogios.

- Vovó estou linda.



Quando alguém lhe oferece algo que não goste, ela se sai assim:

- Estou de barriga cheia.



Comparação pertinente:

- O que é isso?

- Absorvente.

- Você usa, mamãe?

- Uso.

- Eu uso fralda.




Querendo agradar a mamãe:
(e eu que sou era amante da sinceridade ...rs)

- Mamãe, vou comer tudo para ficar com um barrigão igual ao seu.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Críticas e Retratação


Fiquei muito apreensiva e ao mesmo tempo indignada com a reportagem do Jornal A Folha de São Paulo, do dia 05/12, criticando os blogs de mães e filhos.


A Giovana mãe blogueira do Lucca lá do Nascendo Uma Mãe, teve sua imagem exposta nesta matéria - Mães colocam crianças em "Baby Brother" na internet; especialistas criticam - concedida a jornalista Luiza Alcantara e Silva, que de forma anti-ética, deu abordagem diversa ao tema proposto e informado.

A questão de segurança e privacidade é sim um tema que nos preocupa, e acredito que deve sim ser discutido. Mas o texto simplesmente ignora o lado positivo dos nossos blogs maternos.

Imagine você ter acesso a milhares de pessoas que passam ou passaram pela experiência da maternidade, que contam sua história, dão dicas sobre saúde, lazer, viagens com crianças, alimentação infantil, comportamento, desenvolvimento, educação, entre outros temas que fazem parte do cotidiano de qualquer mãe? Muito bom, não é?

Estamos na era da comunicação, e infelizmente, da insegurança, não podemos viver à margem disso.

E é bom lembrar que jornalistas e psicólogos são profissionais e que como em qualquer outra profissão, há os bons e os péssimos. Não estão de posse da verdade, e agem de forma equivocada por vezes.

Lembrei dessa errata publicada na pág. 19 da Revista Cláudia do mês de novembro/2010, em letras bem pequenas, e que pode ter passado desapercebidamente a muitas leitoras da edição que publicou o artigo de forma enganadora, e que ilustra bem a situação:

“Na reportagem “Não, não chore mais” (Ed. Agosto), a observação da psicóloga Sueli Takayama a respeito da infidelidade conjugal foi publicada fora de contexto. Ela discorda totalmente da forma como o assunto foi abordado. Além disso, não se referia a nenhum caso clínico atendido por ela. Tampouco ela tinha conhecimento dos depoimentos mostrados na matéria."

...


A Folha publicou a reportagem que transcrevo abaixo, tentando retratar o abuso:


Ombudsman - "Razões de Mãe" - Resposta da Folha de São Paulo


Reportagem que criticava blogs maternos expõe entrevistada (e filho) sem dar voz suficiente a ela.


Você colocaria fotografias das várias fases do seu filho em um blog?Muita gente diria que não, algumas que sim.


Você tiraria uma foto sorrindo, com seu filho no colo, para uma reportagem com o título: "Mães colocam crianças em "Baby Brother" na internet? Todo mundo, com alguma sanidade, diria que não.


A Folha, infelizmente, não fez essa segunda pergunta à entrevistada no domingo passado. O texto que falava de blogs maternos, em que mulheres contam o desenvolvimento dos filhos e trocam experiências, condenava, na boca de três especialistas, esses sites.


A foto era da autora do site "Nascendo uma mãe", Giovana Reobol, 35, com Lucca, 2. "Fui procurada para falar sobre blogs com histórias de crianças, não sabia que a discussão era sobre expor intimidades", reclama Giovana.


A redação informa que o texto "constatou um fenômeno" e que a entrevistada foi questionada sobre os prós e os contras dessa prática. "A repórter me perguntou sobre privacidade, só que o foco da entrevista não era esse, falei muito pouquinho. A questão foi "en passant", conta Giovana.


Para os estudiosos ouvidos pela Folha, esses blogs são perigosos, porque podem ser acessados por criminosos, dão margem a "bullying" e pode fazer com que a criança cresça sem noção de intimidade, sem respeitar a própria e a do outro. "Por que essa mãe alimenta essa necessidade?", perguntava uma psicóloga da USP.


"Ficou a impressão de que sou uma péssima mãe. E ainda uma idiota alienada, que aceita aparecer sorrindo numa reportagem como essa", diz Giovana, que afirma selecionar as imagens e mensagens postadas para não constrager o menino no futuro.


Não havia na reportagem nenhuma voz dissonante entre os especialistas, o que provocou, com razão, a ira das blogueiras. Em um post no Facebook, decretaram: "Maus jornalistas mexeram com a categoria errada: mães".


Elas afirmam que esses sites ajudam a trocar experiências, a diminuir a insegurança e a fazer novas amizades, além de trazerem dicas práticas sobre gravidez, amamentação, doenças infantis etc.


A empresária Carolina Longo, 31, do blog "Mulher e Mãe", postou que "a matéria trata todas nós mães blogueiras, como se nossa única intenção fosse expor a família". "A mulher que vira mãe é massacrada por julgamentos, como se não bastasse ter de lidar com suas próprias culpas. Além disso, a maternidade gera uma certa reclusão. Junte esses fatores e você terá mulheres angustiadas e sem poder colocar isso para fora. Nos blogs e no Twitter, elas encontraram uma conexão com outras que passaram pelas mesmas angústias", defende.


Tudo indica que a Folha não entendeu as mães blogueiras - ou não deu voz suficiente a elas. Nada contra levantar as possíveis consequências negativas dessa prática, alertar para os riscos, mas a reportagem ficou apenas nisso. Incorreu em alguns problemas clássicos do jornalismo: "falta de transparência com o entrevistado, tratamento superficial do tema e visão única dos "especialistas", chamados quase sempre a opinar genericamente, sem examinar os casos enfocados.


A Folha acabou, ao denunciar mulheres que exibem suas crianças na rede, fazendo pior. Expôs injustamente mãe e filho, em um veículo de alcance muito maior do que um blog de interesse restrito.


Folha de São Paulo,


Domingo, 12 de dezembro de 2010.


Minha solidariedade a Giovana que paralelamente a esta confusão passa por momento difícil.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Festa da Yasmin, lá no Feito a Mão

Descobri o blog Feito a Mão, da Claudinha, procurando inspiração para a festinha da Mi.
Tantas idéias  legais e tudo muito lindo. Fiquei fascinada.
E como ela tem a coluna - Faça a Festa você mesma - onde publica festinhas de suas leitoras, resolvi participar e ontem dia 11/12,  na véspera da Yasmin completar seu mêssário de 2 anos e 3 meses, nossa festinha foi publicada.
Quem quiser conferir passa lá no super inspiador e criativo - Feito a Mão.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Selinhos




Ele veio com questionário:

Barzinho ou balada?
Talvez nenhuma das duas opções, sou muito caseira. Mas o barzinho pode ser uma alternativa.

Beijo na boca ou abraço?
Com amor, carinho, saudade, desejo... qualquer das opções é bem vinda.

Café ou Coca-cola?
Café, não sou adepta de refrigerantes. Um cafezinho no friozinho, em boa companhia, é pura gostosura.
E o acompanhante pode ser um bom papo, torradinhas, croissant ou um pãozinho despretensioso.

Limonada ou caipirinha?
Limonada de limão rosa. Bebida alcoolica, muito pouco ou quase nada, e durante a gestação e o período de amamentação da Mi (que teve fim a 3 semanas)  tomei um único gole de champagne em 1 reveillon, outro gole de licor de amarula nas festas juninas. JURO

Salto alto ou rasteirinha?
Rasteirinha. Apesar de ser pequena, tenho 1,60 m de altura, amooo ficar com o pé o mais próximo possível do chão. O ar de descontração e informalidade é minha cara, além de ser mais confortável.
De calça jeans, vestidinho ou vestidão - rasteirinhas ou sapatilhas.

Batom ou Rímel?
Batom, ou melhor gloss. Não ando maquiada, faço isso em ocasiões especiais. Mas uma cor nos lábios é atemporal.
Fiz um pequeno investimento em maquiagem recentimente, e quero fazer um curso, para poder ficar linda nessas ocasiões. Quem tiver dicas por favor...

Frango ou peixe?
Sem dúvida alguma peixe. Assado, moqueca, frito. Adoro, sou capaz de comer peixe a semana toda, sem sentir falta de carnes, que já fiquei sem comer por 6 meses.

Saia ou calça jeans?
Calça jeans. Do supermercado a uma festinha, e você pode estar super feminina, largada, glamurosa ou básica.  Dá para assumir qualquer papel usando um jeans.

Cinema ou praia?
Difícil decisão.
Talvez cinema no inverno e praia no verão. Ou praia pelo dia e cinema a noite...

Livro ou TV?
Livro. Oportunidade de viajar sem sair do lugar, descobrir e conhecer sem ter experimentado. Rir e chorar, sem ter vivido.
Mas, verdade seja dita, a segunda está dando um banho na primeira. Patati Patata, Xuxa, Backyardigans, Sherek, Era do Gelo...
Deu pra perceber?

Menina ou mulher?
Tenho a aparência de uma menina, pequena e frágil.
Mas sou uma mulher forte e cheia de fé.


Recebi este selinho perguntador da Lê, lá do Dilemas de uma mãe sem manual, a mais nova barriguda do pedaço.
Obrigada amiga. E chuva de bénçãos para essa nova vida que está chegando!







Este também tem regras, falar 10 coisas que gosto:

1- De ser mãe.
Curto as fases da Mi e aprendo com a minha pequena notável a ser um pouco melhor;

2- De ter mãe
e ter a certeza que existe alguém que torce sinceramente por você, por sua felicidade, uma amiga para todas as horas, em excelente momento ou no mais difícil, pode olhar para o lado, ela está lá.

3- De comida de mãe
Carne do sol frita; bife com batatas cozidas e caldo; sarapateu; moqueca de peixe; catado de aratu, siri...

4- De ir ao cinema
assistir uma comédia romântica e sair de lá suspirando e acreditando na perfeição do universo;

5-  De comprar
aquela roupa linda, que lhe caiu super bem, escondeu sua barriguinha e fez você parecer e se sentir mais bonita;

6- De ter amigos
mesmo que "virtuais", estes são trazidos para sua vida por afinidades.
Não tenho muitos amigos "reais", já me decepcionei tanto que desisti de tentar, acho que estão me esperando na próxima encarnação.

7- De Listras
Acho-as lindas, sou fascinada por elas. Na decoração, em embrulhos, nas roupas.
Tenho muitas roupas listradas desde sempre, mas como agora está na moda, fica mais fácil de  achar, só tenho receio de ser confundida com uma zebra colorida... rs

8- De artezanato
Detestava coisa velha, guardar potes, essas coisas, e hoje olho uma caixinha de suco, de achocolatado e penso no que pode se transformar. Atualmente guardo rolo de papel absorvente, caixa de panetones, de fraldas... rs

9- De acordar cedo
bem disposta, e fazer o dia parecer ter mais de 24 horas.

10- De escrever
sobre a vida, com minha filha,
sorrir e rimar as desditas,
descrever as maravilhas,
de uma existência bendita.

Esse foi brinde da Claudia minha amiga proprietária do Blog da Clauo mãe amorosa e pessoa sensível.

E tem meme/desafio/brincadeira também.
Falar 5 desejos MEUS para 2011:

1- Voltar a me sentir linda
Você pode ser linda, estar linda, ou se sentir linda. Eu nunca fui, às vezes estava, mas sempre me sentia. Após a gestação não fiquei mais satisfeita com minha aparência, e pretendo mudar isso. Mas como com o passar dos anos ficamos mais exigentes, quero uma versão melhorada da minha forma anterior. A genética não facilita, a idade não contribui, mas eu sou abusada...

2- Voltar a trabalhar FORA
Mãe dá duro, mas a remuneração é através de beijos e carinho. Esse ano volto, ao meu velho e bom emprego que me acompanha há 10 anos e que está em stand by. Vou retornar a vida de bancária BB, voltar a ser independente, e não é só pelo dinheiro. A gente se sente mais viva, útil, realizada por servir, ajudar, colaborar, e quem trabalha no setor de serviços faz exatamente isso.

3- Continuar muito presente na vida da Yasmin.
Brincar, pintar, pular, dançar, correr, caminhar, gritar... Quero ter a sensação que não perdi nada de sua infância. Talvez perca algo, voltando ao trabalho e com mudanças na nossa rotina, mas quero poder dizer que fiz o melhor que pude para isso.

4- Transformar meu sapo marido encantado em príncipe encantado.
Ele casou com uma mulher que pagava suas contas,  o ajudava, andava sempre produzida, como toda boa bancária, que embora não fizesse o tipo mulherão, tinha tudo no lugar. E que agora se depara com um ser descabelado, que prioriza a cria, sem tempo para cuidar do corpo, bitemática (ou monotemática), que se desloca entre os temas desenvolvimento e festa infantil... Vou devolver a princesa ao sapo, para ele voltar a ser príncipe.

5- Escrever um livro.
Pode falar - que pretensiosa... Corro o risco de ser bloqueada pelos incrédulos...
Essa vontade nasceu e foi crescendo com o blog, com o incentivo de algumas pessoas queridas. Não tenho títulos, não descobri nada incrível, apenas vivi a experiência mais enriquecedora da vida de uma mulher, como tantas outras. Mas é a minha verdade de mãe.

Esse foi herança da Paty Fortunato minha conterrânea baiana, mãe do Henrique, lá do Diário de nossa gravidez e da queridíssima Juliana Dalzoto lá do Mil Faces de Juliana.

Passo os mimos  ( podem pegar o que ainda não tem, o que gostou mais, ou todos)  para as minhas comentaristas dos últimos posts:

Lê - Dilemas de uma mãe sem manual

Cláudia - Blog da Clauo

Carol Garcia - Viajando na maternidade

Juliana Dalzoto - Mil faces de Juliana

Michelli - Tagarelices e Pensamentos

Gaspas - Acuadoiro

Maria Thereza/mamãe pinel - De repente... MÂE

Chris Ferreira - Inventando com a mamãe

Ana - Chá com bolinhos

Mamãe Cláudia - Meu bebê Gabriel

Paty Fortunato - Diário de nossa gravidez

Nine - Degrau a degrau

Claudinha - Feito a mão

Carla - Miguel presente de Deus

Ana - Mãe mochileira, filho malinha

Dany - Quartinho da Dany

Selma Pereira - Mudanças by Selma

Mi Satake - É legal é poético

Se alguma de vocês já tem todos... Perdoa-me


PS.: Ganhei um selinho antes destes, o primeiro da safra, mas ficou no PC de casa e não tenho-o aqui, nem os dados...
Assim que conseguir reverto isso...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Decoração - mesa de aniversário

No sábado dia 4/12, minha amada mãezinha completou 62 anos. Reunimos a família e alguns amigos do casal para comemorar a data.

Quando ela completou 60 anos minhas irmãs organizaram uma festa surpresa, eu estava longe e não pude participar, lembro de ter chorado vendo as fotos no Orkut. Mas com as bênçãos do céu, após 2 anos longe dela, neste dia, pude estar aqui ao seu lado.

Fiz alguns enfeites para a mesa, queria deixar o meu carinho presente, na comemoração por este ano de bênçãos.


A torta de pão com cobertura de maionese caseira, o caldo, obras da minha irmã Jó e os quibes feitos por tia Valda, que não aparecem, estavam uma delícia!  

Garimpei uma receitinha de cupcake de chocolate no site da Claudinha o Feito a mão  e outra com nutella lá no Minha casa, meu mundo , ficaram muito bons, quem provou, aprovou.

Usei chantilly comprado em caixa, na cobertura, e enfeitei com confetes de pasta americana, também comprados prontos.


Aproveitei taças de vinho enfeitadas com laço, como porta guardanapos (misturei decorados, utilizados para decoupage e lisos, combinando as cores), taça de sobremesa virou castiçal, para velas grossas marrons, copos descartáveis juntamente com discos de isopor, unidos com cola quente, se transformaram em suporte para cupcakes. Queria ter utilizado bandejas de plástico transparente, mas não achei aqui. Como os discos de isopor são frágeis, não suportam muito peso, coloquei 3 copos de forma invertida na plataforma maior e 2 na menor, para dar mais apoio.







E preparei um arranjo com bolas de isopor e peras em uma compoteira de vidro.



Lembram da bola de isopor com lantejoulas e alfinetes que vi lá na escola de artes da Mi, e que queria fazer? Pois fiz, gastei 50 g de alfinetes em apenas uma bola, porque a esperta aqui se engraçou por paetês verdes pequenos, deu muito trabalho, ficou super pesada e cara.
Aproveitei a idéia e substituí os alfinetes por cola, utilizei de madeira, que tinha em casa, mas testei a branca com tinta (usei de tecido que tinha disponível), e deu certo também, isso porque é necessário pintar a bola na cor desejada, antes de começar o ornamento. Gostei mais da marron.




Achei no blog Artesanato e Cia uma bola feita com recortes de tecidos, troquei os tecidos por guardanapos presos com alfinetes e lantejoulas.







Simples, mas com amor:

Mainha parabéns !

Deus te abençoe hoje e sempre!


CONTIUAMOS NA BAHIA!!!!




quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Desmame

A Yasmin há 3 semanas atrás parou de mamar, e agora já me sinto segura para afirmar que o seu desmame aconteceu.
Alguns dias depois de termos chegado à casa dos vovôs ela parou de pedir para mamar. Com tanta novidade, animação, amigos novos, ia para cama cansada e nem se quer olhava para mim. Dormia quase que instantaneamente, e como já estava utilizando a tática de não oferecer leitinho no peitinho quando ele não fosse solicitado, fizemos progressos.

Na semana que completaria 26 meses de vida, ela desistiu do peitinho da mamãe. Como contei anteriormente, planejei amamentá-la até os 2 anos, mas não queria que fosse uma mudança brusca, que lhe causasse sofrimento, e esperei que acontecesse de forma gradativa, natural.
Graças ao meu bom Deus, assim foi.

Há poucos dias teve uma recaída, pediu para mamar, insistiu e eu anuí, mas ela me olhou com cara de “tem certeza que eu colocava a boca aí?!”, e soltou:
- Mamãe já estou grandinha, sou criancinha, criancinha não mama.
Parafraseando a mama aqui, quando tentava convencê-la que só os bebezinhos mamam, as criancinhas não.

Também tive que me acostumar com a novidade. Dois anos de um convívio tão doce, uma troca inesquecível, deixa lembranças e algumas saudades.
Mas aconteceu na hora certa, sem sobressaltos, e me sinto grata por isso.

Um problema que no nosso caso acompanhou o desmame, foi a substituição do leite materno por equivalente. A pediatra já tinha me alertado que o iogurte, o queijo, e outros derivados seriam suficientes, mas a pequena enjoou o petit suisse, come quase nada de queijo, esporadicamente, nunca aceitou o leite Ninho e tinha uma predileção pelo Nescau em caixinha, que além de muito sódio, tem o chocolate, que diminui a absorção de cálcio.

No dia que por aqui cheguei encontrei a prima do meu marido, a Chris, que me lembrou disso e por tabela me incentivou a mudança.
Foram necessários alguns dias de perseverança, oferecendo sem forçá-la. E hoje ela já pede  leitinho quando acorda e antes de dormir.

O leitinho pela manhã é mingau de fubá, Cremogema, Cremocren ou vitamina, e a noite Sustagen ou o Sustain da Danone, feitos com o Ninho +1, e que ela toma com canudinho.
Agora vamos boicotar o “bibi”, a nossa não mais querida chupeta.





ESTAMOS NA BAHIA!!!!!!

 

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